Asesinan indiscriminadamente a 238 monos por miedo a la fiebre amarilla

Imagen tomada de elpais.com

En varias ciudades de Brasil, las personas está asesinando monos con el objetivo de evitar la propagación de la fiebre amarilla.

Llama la atención que paradójicamente los monos que están asesinando sirven para evitar el esparcimiento de la enfermedad.

Las autoridades del país afirman que hasta el momento han encontrado aproximadamente 238 cadáveres de monos con signos de violencia.

O verdadeiro vilão dessa trama no meio urbano é o mosquito Aedes aegypti – sim, aquele mesmo miserável que também transmite a dengue, entre outras doenças. E aqui vale aquela velha recomendação que deve ser posta em prática sempre: não deixar acumular água parada, pois é lá que esses bichinhos depositam seus ovos e dão início a uma nova geração de transmissores de doença. 💦 Usar repelentes também é uma boa medida preventiva, mas é essencial evitar a disseminação do mosquito, evitando o desenvolvimento de criadouros. Não só os macacos são vítimas, como os doentes e até mortos são avaliados pelo Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres (Cemacas) e a sorologia, enviada ao Instituto Adolfo Lutz. Eles contribuem para a identificação do vírus no ambiente. Ao encontrar um animal infectado ou morto, o munícipe deve entrar em contato com o Cemaca pelo telefone 3885-6669. Ah, e lembrando: QUEM MEXE COM OS MACACOS ESTÁ COMETENDO CRIME AMBIENTAL! O Art. 29 da Lei 9605/98 – Lei dos Crimes Ambientais – entende que quem mata, persegue, caça, apanha ou utiliza espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória, sem a devida permissão, autorização ou licença da autoridade competente, ou em desacordo com o documento obtido, comete crime ambiental. Isso implica em detenção e multa. Outras informações com o CIEVS (Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde) 3397-8259 / 3397-2814. #FreeMacaco #FebreAmarela #Vacinação #crimeambiental #naomatemosmacacos #denunciesempre #saudesp #prefeiturasp Ilustração: @louizh.art

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Según información del portal Hispan Tv un alto porcentaje de los monos asesinados presentaban signos  de Envenenamiento y golpizas.

Captura hispantv.com

En defensa de la preservación de los monos

Un movimiento en varias redes sociales surgió por iniciativa de un grupo de biólogos que trabajan en parques del país.

El movimiento se llamaba #Freemacaco y argumenta que los monos no son transmisores de la enfermedad.

El movimiento busca la protección de la especie y la concientización de las personas.

 

 

 

 

 

 

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Estefanía Useche
Acerca de Estefanía Useche 157 Articles
Comunicadora social periodista de la Corporación Universitaria Minuto de Dios